Dr. Fábio Luiz Vieira — professional portrait

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Calor extremo, vulnerabilidade e Atenção Primária à Saúde no Brasil.

A pesquisa sobre os impactos do calor extremo na saúde no Brasil, conduzida pelo Dr. Fábio Luiz Vieira, utiliza microdados do Sistema de Informações sobre Mortalidade (SIM) e registros meteorológicos para estimar o excesso de mortalidade durante ondas de calor e identificar os grupos e condições associados a maior vulnerabilidade.

O trabalho combina epidemiologia ambiental e Atenção Primária à Saúde. Até o momento, inclui um artigo revisado por pares sobre o excesso de mortalidade na onda de calor de fevereiro de 2024, conjuntos de dados em acesso aberto no Zenodo, um resumo aceito para apresentação no 26th International Conference of Public Health Sciences (Bangkok, 2026), uma análise sobre idade e vulnerabilidade ao calor em avaliação para o Climate Health Society Annual Meeting e um curso sobre preparação para ondas de calor destinado às equipes de Atenção Primária, atualmente em desenvolvimento.

Afiliação de pesquisa: My Brazilian Doctor — ISNI 0000 0005 3163 058X

Pesquisa sobre ondas de calor e mortalidade no Brasil

Mais recentemente, sua pesquisa tem se concentrado nos impactos do calor extremo e das ondas de calor sobre a saúde no Brasil, particularmente na associação com a mortalidade e na identificação de grupos e condições associados a maior vulnerabilidade.

Excesso de mortalidade durante a onda de calor de fevereiro de 2024

Um dos estudos, publicado na Revista Técnico-Científica CEJAM, investigou o excesso de mortalidade durante a onda de calor de 7 a 12 de fevereiro de 2024 no Paraná, no Rio Grande do Sul e em Roraima — os estados apontados pelo Instituto Nacional de Meteorologia (INMET) —, utilizando microdados do Sistema de Informações sobre Mortalidade (SIM).

Foram observados 4.558 óbitos, frente a 4.341 esperados. A análise estatística estimou 217 óbitos em excesso durante esse único evento de onda de calor nos estados estudados, ilustrando como um episódio relativamente curto de calor extremo pode produzir impacto mensurável sobre a mortalidade populacional.

O excesso distribuiu-se por quase todos os capítulos da CID-10, sem se concentrar em nenhum grupo de causas. Chama atenção que nenhum óbito foi atribuído à exposição ao calor natural excessivo (CID-10 X30) — um exemplo de como a mortalidade associada ao calor pode permanecer invisível nas estatísticas por causa de morte.

Artigo publicado

Vieira FL. Excesso de Mortalidade por Múltiplas Causas Durante Onda de Calor em Estados Brasileiros. Rev Tec Cient CEJAM. 2026;5:e202650058.
doi.org/10.59229/2764-9806.RTCC.e202650058
Divulgação da revista no LinkedIn

Os dados utilizados no estudo, acompanhados de uma descrição da análise, foram disponibilizados publicamente em acesso aberto no Zenodo.

Dados e materiais

Excesso de mortalidade durante onda de calor — fevereiro de 2024
Zenodo: zenodo.org/records/22148457

Calor, mortalidade e vulnerabilidade no Brasil, 2014–2025

Um segundo estudo ampliou a investigação para múltiplos períodos de calor no Brasil entre 2014 e 2025. A análise incluiu 3.672.003 óbitos registrados no Sistema de Informações sobre Mortalidade (SIM) em 12 estados brasileiros e investigou se condições médicas específicas ou determinadas causas de morte modificavam a associação entre temperatura e mortalidade.

Os resultados apontaram dois achados particularmente relevantes: maior suscetibilidade associada à demência e uma forte associação entre dias quentes e mortes por afogamento.

A demência apresentou a evidência mais consistente de maior suscetibilidade aos dias quentes, associação que permaneceu após análises restritas aos idosos e após estratificação por idade. A doença de Alzheimer registrada como causa básica do óbito apresentou o maior risco entre as causas naturais específicas examinadas, com cerca de 9% mais mortes nos dias quentes. Em contraste, algumas condições frequentemente consideradas marcadores de vulnerabilidade ao calor — incluindo obesidade, diabetes e doenças cardiovasculares — não apresentaram evidência de maior modificação do efeito nessa população estudada.

Entre as causas externas de morte analisadas, o afogamento apresentou a associação mais pronunciada com dias quentes, com cerca de 16% mais mortes nesses dias. O aumento foi particularmente evidente entre adultos jovens e nos afogamentos ocorridos em águas naturais.

Esses resultados sugerem mecanismos de vulnerabilidade distintos. Em pessoas com demência, alterações cognitivas podem comprometer o reconhecimento do calor, a percepção da sede e a adoção de comportamentos protetores. No caso dos afogamentos, temperaturas elevadas provavelmente modificam padrões de comportamento e exposição, aumentando a procura por rios, lagos, praias e outras áreas de recreação aquática.

Como em qualquer estudo observacional, esses resultados precisam ser interpretados considerando suas limitações, incluindo a utilização de medidas ambientais de temperatura e a possibilidade de confundimento por fatores como precipitação e mobilidade populacional. Ainda assim, os achados contribuem para ampliar a discussão sobre quais vulnerabilidades devem ser consideradas nas estratégias brasileiras de prevenção e alerta para o calor extremo.

Dados e materiais

Calor, mortalidade e vulnerabilidade — Brasil, 2014–2025
Zenodo: zenodo.org/records/22235539

Aceito para apresentação: demência e afogamento como vulnerabilidades relacionadas ao calor

Parte dos resultados dessa investigação foi aceita para apresentação no 26th International Conference of Public Health Sciences (ICCPHS 2026), organizado pelo College of Public Health Sciences da Chulalongkorn University, em Bangkok, Tailândia, sob o título:

Resumo de congresso — ICCPHS 2026

Dementia and Drowning as Heat-Related Vulnerabilities: Evidence from Brazilian Mortality Data

O resumo, depositado em acesso aberto com DOI próprio, apresenta os principais achados referentes à demência e aos afogamentos. O trabalho foi aceito para apresentação no congresso, que será realizado em 29 de setembro de 2026.

Idade e vulnerabilidade ao calor extremo

Uma análise à parte examinou como a vulnerabilidade ao calor extremo muda com a idade. Foram incluídos mais de 11 milhões de óbitos em 14 estados brasileiros ao longo de onze anos, de 2014 a 2024.

O excesso de mortalidade cresceu progressivamente com a idade: 11,9% abaixo dos 65 anos, 17,0% entre 65 e 74, 23,7% entre 75 e 84 e 32,9% a partir dos 85 anos. O gradiente importa mais do que qualquer número isolado. A vulnerabilidade se acumula com a idade e, na primeira semana após o calor extremo, o excesso de mortalidade entre as pessoas de 85 anos ou mais foi quase três vezes maior do que entre as menores de 65 anos — o que coloca os mais velhos, e não um diagnóstico específico, como o grupo em que a preparação tem maior consequência.

Esses achados levaram a uma colaboração acadêmica com o programa de Gerontologia da Universidade de São Paulo (EACH-USP). A análise foi submetida para apresentação no Climate Health Society Annual Meeting de 22 de outubro de 2026 e está em avaliação.

Calor extremo e mortalidade por pneumonia

Um estudo mais recente analisou 877.094 óbitos com pneumonia como causa básica, registrados no SIM entre 2014 e 2024 nas 27 unidades federativas. O objetivo foi verificar se a mortalidade por pneumonia aumenta no calor extremo mais do que a mortalidade pelas demais causas naturais. O desenho foi o mesmo caso-cruzado estratificado no tempo, com duas definições de calor: os dias mais quentes de cada mês e as ondas de calor definidas por um critério baseado no do INMET, aplicado a cada município.

Nos dias de calor extremo, o risco de morte por pneumonia aumentou 4,7%, contra 1,7% nas demais causas naturais. Nas ondas de calor, aumentou 9,2%, contra 4,3%. O aumento concentrou-se entre o dia do calor e os quatro dias seguintes, não foi compensado por queda nas duas semanas posteriores e foi maior entre novembro e março.

Esse padrão é mais compatível com o calor agravando pneumonias já em curso do que com novas infecções adquiridas durante o calor. A idade também chama atenção. Na mortalidade geral, o excesso cresce fortemente com a idade; na pneumonia, variou pouco entre os adultos. O aumento foi significativo também abaixo dos 65 anos (4,4%, semelhante aos 4,8% dos idosos). Isso levanta perguntas práticas para as ondas de calor, em qualquer idade adulta: o limiar para iniciar antibiótico deveria ser mais baixo? Os casos de maior risco deveriam ser internados mais cedo? O acompanhamento de quem está com pneumonia deveria ser mais próximo? O estudo não avaliou essas condutas, mas indica onde a avaliação é necessária.

Dados e materiais

Calor extremo e mortalidade por pneumonia — Brasil, 2014–2024
Zenodo: zenodo.org/records/22952079

Em conjunto, essas investigações procuram responder a uma questão central para a pesquisa em clima e saúde no país: como o calor extremo afeta a mortalidade no Brasil e quais grupos apresentam maior vulnerabilidade no contexto brasileiro?

A literatura internacional identifica diversos grupos clínicos, demográficos e sociais como potencialmente vulneráveis ao calor. Entretanto, não se deve presumir que essas associações apresentem a mesma magnitude ou distribuição no Brasil. Clima, moradia, desigualdade socioeconômica, características populacionais, acesso aos serviços de saúde e padrões de doença variam substancialmente entre países e regiões.

A combinação de bases brasileiras de mortalidade com dados meteorológicos oferece a oportunidade de testar localmente fatores de risco descritos internacionalmente e, sobretudo, estimar a magnitude de seu impacto na população brasileira.

Isso é especialmente importante porque grande parte da mortalidade associada ao calor permanece invisível nas estatísticas convencionais. Durante uma onda de calor, podem aumentar as mortes por diferentes causas sem que o calor apareça registrado como causa básica no atestado de óbito. Métodos epidemiológicos permitem estimar essa carga adicional.

Temperatura e mortalidade no trânsito na Tailândia

Um estudo mais recente estende essa linha de trabalho para fora do Brasil, tratando da relação entre temperatura ambiente e mortalidade no trânsito na Tailândia. Aplica o mesmo desenho de caso-cruzado estratificado por tempo a 283.847 óbitos nas 77 províncias do país, entre janeiro de 2011 e agosto de 2025.

A maior parte do depósito é a exposição à temperatura construída para o estudo: 4,5 milhões de observações diárias de 1.347 estações, harmonizadas e submetidas a controle de qualidade, temperatura, umidade e precipitação por província e dia, e temperatura máxima diária reconstruída em uma grade de 0,1 grau sobre as células que contêm locais de acidente geocodificados. Inclui ainda os painéis analíticos, o estimador de Poisson condicional escrito para este estudo e validado contra uma implementação de referência, trinta scripts com os modelos e cinco análises de sensibilidade pré-especificadas, e um protocolo de replicação com anexo para aplicar o método aos dados brasileiros de mortalidade e de clima.

Os achados estão disponíveis como preprint — Higher road-traffic mortality on warm days in Thailand: a nationwide time-stratified case-crossover study, 2011–2025 — e o manuscrito está sendo finalizado para submissão a periódico, em parceria com o Prof. Arthit Phosri, da Mahidol University.

Dados e materiais

Exposição à temperatura e código de análise — Tailândia, 2011–2025
Preprint: Research Square (2026)
Zenodo: zenodo.org/records/22929210

Trajetória clínica e de campo

Médico de família e comunidade, o Dr. Fábio Vieira iniciou sua carreira no Programa Saúde da Família, no cuidado de comunidades em áreas urbanas periféricas, onde condições inadequadas de moradia, aglomeração, infraestrutura precária e vulnerabilidade socioeconômica exerciam impacto direto sobre a saúde. Essa experiência reforçou um princípio central da Atenção Primária à Saúde (APS): os desfechos de saúde são determinados não apenas por doenças e comportamentos individuais, mas também pelas condições de moradia, território, ocupação, acesso a recursos e pelo ambiente em que as pessoas vivem.

Posteriormente, o trabalho em Angola, apoiando a implantação de um programa de agentes comunitários de saúde, acrescentou outra perspectiva sobre vulnerabilidade ambiental. Em comunidades afetadas pela seca, com dificuldades de acesso à água segura e infraestrutura de saúde limitada, tornava-se evidente como as condições ambientais influenciam simultaneamente a exposição a riscos e a capacidade de indivíduos e comunidades protegerem sua própria saúde.

Essas experiências adquirem relevância crescente diante das mudanças climáticas. Calor extremo, secas, insegurança hídrica e outros eventos relacionados ao clima não afetam todas as pessoas da mesma maneira. Seus efeitos sobre a saúde interagem com idade, doenças preexistentes, medicamentos, ocupação, condições de moradia, acesso aos serviços de saúde e circunstâncias socioeconômicas.

Da evidência epidemiológica à Atenção Primária

Compreender essa carga tem implicações práticas. Identificar populações que apresentam maior risco durante períodos de calor extremo pode orientar estratégias de prevenção, sistemas de alerta e medidas de preparação dos serviços de saúde.

A Atenção Primária à Saúde ocupa uma posição particularmente importante na adaptação às mudanças climáticas. Suas equipes conhecem os pacientes não apenas por seus diagnósticos, mas também por suas famílias, medicamentos, ocupações, condições de moradia e território.

Esse conhecimento cria a possibilidade de identificar vulnerabilidades antes que um evento extremo ocorra.

Idosos que vivem sozinhos, pessoas com comprometimento cognitivo, indivíduos com mobilidade reduzida, trabalhadores expostos ao calor, pacientes utilizando determinados medicamentos e famílias vivendo em moradias com baixa proteção térmica são exemplos de situações que podem exigir atenção especial durante alertas de calor.

Nesse contexto, a adaptação climática na APS pode envolver desde a identificação prévia de pessoas vulneráveis até comunicação de risco, orientação sobre hidratação e resfriamento, revisão de fatores clínicos relevantes e organização dos serviços para períodos de maior demanda.

Ondas de Calor e Saúde: preparação para eventos de calor extremo

Uma tradução prática desse trabalho, atualmente em desenvolvimento, é o curso breve Ondas de Calor e Saúde: Preparação para Eventos de Calor Extremo, destinado às equipes de Atenção Primária no Brasil.

Com aproximadamente 43 minutos e cinco aulas curtas, o curso foi concebido para médicos, enfermeiros, agentes comunitários de saúde e outros profissionais da APS, sem exigir formação prévia em climatologia ou epidemiologia ambiental.

O conteúdo está organizado em torno das decisões que o profissional precisa compreender antes e durante um alerta de calor:

  1. O que é uma onda de calor e por que é um problema de saúde — 7 min
    Conceitos fundamentais e por que não existe um limiar único e universal para definir uma onda de calor.
  2. Como o calor afeta o organismo — 8 min
    Termorregulação e os efeitos da exposição ao calor sobre os sistemas cardiovascular, renal, respiratório e nervoso central.
  3. Quem apresenta maior risco — 9 min
    Exposição, suscetibilidade individual, condições clínicas, fatores sociais e o papel — e as incertezas — dos medicamentos de uso corrente.
  4. Reconhecimento e manejo das doenças relacionadas ao calor — 11 min
    Cãibras, exaustão e intermação pelo calor, princípios de resfriamento e reconhecimento das situações que exigem atendimento de urgência.
  5. Prevenção e preparação do serviço — 8 min
    Medidas práticas para unidades de saúde, identificação prévia de pacientes vulneráveis e comunicação com a população durante alertas de calor.

Uma característica deliberada do curso é distinguir três situações que frequentemente se confundem na prática clínica: a associação epidemiológica entre calor e mortalidade, o agravamento de doenças preexistentes durante períodos quentes e as doenças diretamente causadas pela exposição ao calor. Essa distinção permite traduzir a evidência científica para a prática sem ultrapassar os limites do que os estudos disponíveis permitem concluir.

Proposta de curso

Ondas de Calor e Saúde: Preparação para Eventos de Calor Extremo — roteiro completo

Interesses atuais de pesquisa

As principais áreas de interesse incluem:

  • ondas de calor e excesso de mortalidade;
  • vulnerabilidade clínica e social ao calor extremo;
  • doenças crônicas e risco relacionado ao calor;
  • mudanças climáticas e Atenção Primária à Saúde;
  • preparação dos serviços de saúde para eventos climáticos extremos;
  • desigualdades em saúde relacionadas ao clima;
  • saúde digital como apoio à construção de sistemas de saúde resilientes ao clima.

Esse trabalho situa-se na interseção entre clima e saúde, epidemiologia, Atenção Primária à Saúde e saúde digital, com ênfase na utilização de evidências populacionais brasileiras para desenvolver estratégias práticas de prevenção, preparação e organização do cuidado.

Comunicação e divulgação científica

Participação em congresso

Esta linha de pesquisa integra o Partner Projects Showcase do Global Heat Forum 2026 (Bangkok, 6 a 9 de outubro de 2026), realizado pela Global Heat Health Information Network (GHHIN) e parceiros durante a Bangkok Climate Action Week. Sob o tema Unlocking Solutions to Scale Heat Resilience, o fórum reúne pesquisadores, especialistas em saúde pública, formuladores de políticas, governos, sociedade civil e financiadores, e se encerra com a apresentação de um roteiro de investimento e ação sobre calor extremo. Nossa participação se concentra em populações vulneráveis, mortalidade relacionada ao calor e na tradução da evidência epidemiológica em prevenção e preparação.

Cobertura

Excesso de mortalidade no calor extremo foi estimado em 217 mortes — Anuva Institute, setembro de 2026. Matéria sobre o estudo revisado por pares a respeito do excesso de mortalidade na onda de calor de fevereiro de 2024, publicado na Revista Técnico-Científica CEJAM.

Press release

Extreme Heat Studies Reveal Hidden Risks Beyond Heatstroke

Em setembro de 2026, um press release distribuído pela plataforma Qwoted reuniu achados desta linha de pesquisa sobre calor extremo e saúde: o excesso de mortalidade durante ondas de calor, a maior vulnerabilidade de pessoas com demência e dos mais idosos, e o aumento das mortes por afogamento em períodos de calor extremo.

Leia o press release no Qwoted →

Formação e Capacitação

Formação Clínica em Clima e Saúde

Atualmente cursando Climate and Health Medicine: A Clinical Training Program for Healthcare Educators, desenvolvido em parceria com a European Network on Climate & Health Education (ENCHE). O programa oferece formação clínica sobre os impactos das mudanças climáticas na saúde e sua integração à prática assistencial e à educação dos profissionais de saúde, complementando as atuais atividades de pesquisa em calor extremo, populações vulneráveis, Atenção Primária à Saúde e preparação para os impactos do calor na saúde.

Informações sobre o programa

Climate and Health Medicine: A Clinical Training Program for Healthcare Educators
European Network on Climate & Health Education (ENCHE)

Climate Health Society

O Dr. Fábio Vieira é membro da Climate Health Society, sociedade internacional que reúne clínicos e pesquisadores dedicados aos impactos das mudanças climáticas sobre a saúde.

LMIC Member — ativo desde agosto de 2026.

Perfil de membro

Climate Health Society — Member Profile (PDF)